Definitivamente não estamos sós. E só olhar ao redor, em casa, no parque, no playground do prédio. Em toda a parte podemos ver uma quantidade infinita de seres que estão próximos de nós.
Só de formigas, há pra todo gosto: grandes, pequenas, minúsculas; vermelhas, pretas, de outras cores; domésticas e as que vivem nas árvores, as inofensivas e as nem tanto; as que não resistem ao açúcar e as que vivem nas plantas, entre outras.
Há moscas, mosquitos - no calor deste verão, deixar a janela aberta à noite é convite aos pernilongos. Somos gigantes perto dessas microaeronaves que não resistem a pousar na nossa perna e fincar sua bandeira na área conquistada.
Como é difícil pensar que o mundo é dos seres humanos se não conseguimos vencer esses bichinhos tão pequenos.
E que trabalho que dá matar um pernilongo. Esse inseto parece inteligente. Em voos rasantes, quando ameaçado, rapidamente, se esconde, para depois voltar aos ataques. É uma máquina de gerra.
O que não dá é para desistir de lutar. Vamos prosseguindo com as armas que conhecemos, inseticidas, sprays, repelentes para passar na pele, pra colocar na tomada e o que mais aparecer no comércio.
quinta-feira, 5 de março de 2009
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hahaha ou aquelas fitas grudentas que se pendura no lustre ou aquele açúcar amarelo no pires, que enche de mosca morta
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